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Quem sou eu:
Olá, me chamo Priscila, sou mineira, flautista, compositora, pesquisadora e educadora musical.
Leciono desde 2003 e, em 2017, comecei a me aventurar profissionalmente nos palcos de BH, transitando no samba, choro, forró, MPB e música instrumental.
Meu interesse pelo choro teve início por volta dos anos 2000, quando, ainda iniciante nos estudos da flauta transversal, comecei a estudar alguns choros.
Sempre tive muito ânimo e interesse pela música popular brasileira, e, como flautista, encontrei no choro uma inspiração.
No entanto, o interesse por pesquisar a obra das compositoras surgiu de forma inusitada:
Em 2020, juntamente com outras mulheres instrumentistas, criamos, despretensiosamente, um grupo de estudos para praticar o repertório de choro.
O grupo era formado por iniciantes no seu instrumento que nunca haviam tocado choro e por instrumentistas que já eram musicistas com vasta experiência profissional em outros gêneros musicais, mas que já haviam estudado o repertório do choro anteriormente.
O intuito deste grupo, além de estudar o gênero choro, era também ter um espaço acolhedor e leve para iniciar essa empreitada de estudar um gênero conhecido por seu virtuosismo, o que traria bons desafios para o nosso desenvolvimento técnico.
Queríamos experienciar musicalmente tudo o que o choro podia nos proporcionar, mas a máxima era que esse processo tinha que ser divertido, de encorajamento e não de disputas ou comparações.
Com pouco tempo de estudo fomos convidadas a tocar no Festival Baderna, cujo conceito era ser um festival 100% feito por mulheres.
Assim, a produtora nos perguntou se podíamos tocar obras de compositoras do choro; na época só conseguimos pensar em Chiquinha Gonzaga, e assim se deu a estreia das Chorosas. e nesse show tocamos clássicos do choro e algumas obras de Chiquinha.
Esse epsódio me trouxe um questionamento: Será que não existiram/existem outras compositoras de choro além de Chiquinha Gonzaga?
Aquela pergunta ficou martelando na minha cabeça, e eu iniciei uma pesquisa sobre as compositoras do choro.
E sim, cheguei à resposta de que houve e há muitas compositoras além de Chiquinha Gonzaga, e havia tantas obras que resolvi criar o show Chorosas – Compositoras na Roda, a fim de difundir esse repertório.
A curiosidade por saber das compositoras foi se intensificando. Descobri que muitas mulheres que estavam presentes no cenário do choro de Belo Horizonte também compunham; no entanto, não via suas obras circulando nas rodas da cidade.
Nas vezes que ouvia as composições dessas mulheres ou estavam sendo executadas pelo grupo ao qual a compositora estava inserida ou por outras mulheres instrumentistas.
Desta forma, decidi que a prioridade do show Chorosas – Compositoras na Roda seriam as obras das compositoras de Belo Horizonte.
No desejo de “botar na roda” essas obras, me veio a concepção do meu projeto de pesquisa para o Mestrado Profissional em Práticas Musicais da Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais.
Este site-acervo no qual você está navegando é o resultado final desta pesquisa!
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